DEPRESSÃO: O mal do seculo, por Dra Sandra Almeida

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Nunca se falou tanto em saúde mental, especialmente, a depressão. Essa doença aparece em posts nas redes sociais, capas de revistas, telejornais, rodas de amigos, enfim, nunca se falou tanto nesse assunto.  Segundo a O.M.S. (Organização Mundial de Saúde), atualmente 322 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. No Brasil, afeta 11,5 milhões de brasileiros. Estima-se que essa doença será em 2030, a mais incapacitante do planeta.

A depressão não é uma doença nova, foi descrita como melancolia, desde o primeiro Tratado de Medicina que se têm registro na Grécia Antiga.  Várias celebridades, já expuseram suas lutas pessoais contra a doença… do Youtuber Whinderson Nunes à cantora Adele, passando pelo ator Jim Carrey. Apesar da importância dos famosos falarem sobre a depressão, um dos principais obstáculos têm a ver com o preconceito que ainda existe. As pessoas se acostumam com os sintomas da doença… Têm vergonha de se queixarem… Afinal, vivem numa sociedade que exalta a beleza e o corpo mega saudável. Vivemos numa sociedade que cobra felicidade o tempo todo. Sendo assim, fica difícil falar das “dores da alma”.

A depressão pode ocorrer em qualquer idade, tendo inclusive afetado crianças  bem pequenas. Muitos suicídios acontecem na adolescência. Mas na maioria dos casos, há uma predominância nas mulheres. Mas também pode ser uma herança genética ou ainda como consequência de um trauma ou de um longo período de estresse. O tratamento mais eficaz é quando se combina a Medicina com a Psicologia.  Os remédios levam de 2 a 4 semanas para começar a fazer efeito. A terapia mais utilizada atualmente é a T.C.C. (terapia cognitivo comportamental).  Embora não exista um exame capaz de confirmar a depressão, se a pessoa apresentar 6 dos sintomas abaixo, convém buscar ajuda.

  1. Sentimento de desânimo e desesperança;
  2. Oscilação do humor, irritabilidade;
  3. Fadiga, cansaço constante;
  4. Alteração do apetite, perda de peso;
  5. Fibromialgia, dores que caminham no corpo;
  6. Dores de cabeça, enxaquecas;
  7. Isolamento social;
  8. Distúrbios do sono, insônia;
  9. Perda do interesse, pessimismo;
  10. Diminuição da energia física e mental;
  11. Choro constante;
  12. Pensamentos suicida.

Se você se identificou com esse artigo, busque ajuda o quanto antes. Você não precisa conviver com essa doença. Cuide-se… invista em você. Seu maior patrimônio é sua saúde! Pense nisso…

Sandra Almeida – Psicóloga Clínica, com Especialização em Medicina Comportamental, Psicoterapia Breve, Psicologia do Adolescente, Terapia Familiar, Psicologia da Saúde, Coaching, Treinamentos e Palestras.  CRP 06-53381.1 – CEL. (11) 99999 3218

 

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